Religião pode servir como distração para que pessoas não alcancem seus objetivos

Sempre que pensamos sobre religião inúmeras perguntas surgem em nossas mentes, isso acontece porque os textos religiosos quando escrupulosamente investigados não contém informação ou conhecimento real.
Em muitos  casos cabe a pessoas que se auto intitulam representantes daquela crença interpretar o que esta escrito e esta interpretação geralmente também não traz respostas, muitas vezes gerando ainda mais dúvidas.

Uma coisa que vemos recorrente nas religiões são as premissas de comportamento que as pessoas interpretam criando regras e visões absurdas de como as pessoas devem se comportar para poderem de alguma forma terem uma vida melhor após a morte. A ideia em si de vida após a morte já é controversa e não há indicativo algum de que esta premissa seja assertiva, porém muitas pessoas são aterrorizadas todos os dias com a ideia de que serão castigadas após a morte por sua conduta durante a vida.
O problema maior esta sempre relacionado principalmente ao que determinadas religiões onde seitas extremistas se instauram para demonizar desde comportamentos normais de mamíferos, do qual pertence os humanos, até mesmo sobre quem pode e não ir ao céu ou paraíso.

Existe algum pingo de evidência sobre a existência destes lugares? Não. Mas nada impede que pastores, pregadores e outras auto intituladas autoridades corram para defender estas crentices e assim assegurar-se de estar em controle da vida destas pessoas, fazendo afirmações que não tem embasamento algum com a realidade e fazendo com que pessoas desinformadas acabem desviando do trajeto e percurso natural de suas vidas por medo das consequências profetizadas por pessoas que nada de evidência jamais produziram para justificar suas alegações.

 

Ao aceitar interpretações estranhas e até mesmo ao aceitar seitas sem evidências de suas alegações, as pessoas que não tem o costume de questionar, ou sequer de verificar os dados atuais sobre os preceitos religiosos sugeridos, porem muito bem estar apenas atrasando suas vidas, ou até mesmo deixar de viver de forma plena para seguirem a doutrinação da seita a qual as condena.