Proibição de programas evangélicos

Eu sempre fui a favor do cancelamento destes programas, na verdade, nem deveríamos chamar eles de programas porque são espaços publicitários alugados nas emissoras, portanto são propagandas longas.

Recentemente surgiu na Internet uma movimentação dos esquerdistas e gays que pretendem através da justiça, proibir a veiculação deste tipo de programação.
Afinal, os programas religiosos, não somente os evangélicos, mas também os católicos, disseminam informações incorretas através da televisão aberta, além de prestarem portanto um desfavor ao povo, etão também incitando o ódio aos homossexuais e a todo tipo de pessoa que pode se opor a suas idéias medievais.
Religião é um assunto muito forte para ser exibido em televisão aberta, e deveria ter um limite de idade para assistir de pelo menos 16 anos, principalmente estes programas que exibem cenas de drogados, alcoolismo, encarnações de demônios, pastores e padres falando sobre histórias escabrosas, suas pregações sobre o mundo imaginário de anjos e demônios, e toda sorte de maldições.
Este tipo de conteúdo evidentemente não é aceitável para um ambiente familiar de qualidade, e este tipo de programação não deveria poder atingir os mais jovens.

Religião vem perdendo sua função na sociedade fazem anos, e agora os que restam vendendo este produto são os que mais se interessam em capturar dos seus fiéis os últimos donativos, os dízimos finais, antes do fim da mamata. O esforço é absoluto em conquistar doações, principalmente em alguns dos programas televisivos que vemos diariamente na televisão Brasileira.

Minha esperança é que este conteúdo seja substituído por informações sobre o mundo real, aumentando a cultura de nosso povo Brasileiro.

Entendo muito bem que religiões tem todo direito de existir, mas não concordo que devam ser transmitidas através de programas televisivos em estações públicas, ou seja, que receberam concessão da cidade e estado para estar transmitindo.

É como ver alguém ensinando que a terra é achatada em pleno 2011/2012.

Os mecanismos da religião já não mais operam e articulam a sociedade, e estamos bem mais adiante da visão dogmatica de antigamente, e ao ficarem utilizando os meios de comunicação aberta para disseminarem informações incorretas, ou invenções, estão apenas assegurando a ignorância das pessoas de menor poder aquisitivo, que muitas vezes não podem nem comprar um livro.

Espero e faço votos que o governo tenha coragem de impor a lei que impeça qualquer tipo de divulgação destas propagandas religiosa nos meios de comunicação, afinal, assim como não é possível se fazer comerciais de produtos que não existem ou que não tem aprovação de verificação de real segurança e utilidade funcional constatada, o produto vendido e oferecido pelas religiões deveriam ser analisados e avaliados pelo mesmo escrutínio. Certamente falhariam qualquer verificação, sendo, como produto, incapaz de comprovadamente trazer os benefícios que divulga trazer.