Linha de frente no combate ao Coronavírus ameaçada no Brasil

No Brasil hospitais e profissionais da saúde são a linha de frente no combate ao Coronavírus, porém sem equipamentos de proteção, estes profissionais que já são poucos podem estar ameaçados.

O sistema de saúde no Brasil apesar de ser modelo para o mundo em atendimento gratuito, também tem uma carência enorme de médicos. Devido a falta de profissionais Brasileiros para atuar dentro do sistema de saúde e atender as comunidades mais carentes, o Governo havia contratado médicos do exterior, assim aumentando a frota de profissionais e a abrangência do atendimento médico no país.

Em 2019, após a troca de governo, como o novo presidente que é extremista radical e fundamentalista religioso, os médicos do exterior que eram Cubanos foram desonerados de suas funções. O resultado é que muitos dos lugares que antes tinham acesso a atendimento médico, ficaram à deriva. O problema nunca foi solucionado e o sistema de saúde Brasileiro seguiu operando com uma capacidade limitada de profissionais deixando novamente centenas de comunidades em regiões remotas completamente desamparadas.
De fato, durante o ano inteiro de 2019, com a nova gestão governamental, o governo Brasileiro cortou verbas de pesquisas importantes, cortou dinheiro da saúde, ampliou a idade mínima de aposentadoria e removeu diversos direitos trabalhistas, trazendo mais pessoas a situações de risco.

No início de 2020 iniciou na mídia internacional as primeiras informações sobre o Coronavírus, um vírus que estava se alastrando rapidamente por diversos países. Apesar do conhecimento deste grave problema internacional, o Brasil não tomou medidas preventivas nos aeroportos, e pessoas puderam entrar no país livremente, sem verificação qualquer, facilitando para que pessoas infectadas entrassem no Brasil com o vírus, propiciando a infecção de milhares de outras pessoas. Enquanto o vírus se espalhava, o presidente brasileiro seguiu ignorando todos os sinais, não aderiu as medida que outros países já estavam tomando, e fez descaso com o problema, chamando de "gripezinha" enquanto milhares morriam pelo mundo.

Mais recentemente, após o ministro da saúde no Brasil começar a ter um papel mais atuante, respondendo perguntas de jornalistas, começamos a nos dar por conta que a situação pode ser mais grave do que se esperava por causa da falta de equipamentos de proteção, principalmente para os profissionais da saúde que estão atuando na linha de frente no combate ao vírus. Acontece que estes profissionais são essenciais no combate e no tratamento de pessoas contaminadas que desenvolvem casos mais graves, e se estes profissionais se tornarem mais escassos, o problema será ainda maior.

Através de uma pesquisa em notícias de várias fontes, fiz um vídeo falando sobre o grave problema. Assistam e reflitam sobre a situação.

 

O risco é maior a cada minuto

 

Cada dia que passa onde não são tomadas medidas radicais para contenção da disseminação e propagação do vírus mais vidas estão em risco. As oportunidades e portas estão se fechando para o Brasil, apesar dos esforços dos médicos e profissionais de saúde, o governo agindo com irresponsabilidade e inadimplência em relação ao enorme desafio, deixa a sociedade desamparada e sem ter como recorrer.
A medida que as baixas aumentam entre os profissionais de saúde, mais complicado ficará a situação para conter, tratar e impedir a epidemia de se alastrar. Levando em consideração que uma grande parte da população Brasileira vive em situações de falta de saneamento básico, em situação de miséria e fazem parte de grupos de risco,  a epidemia pode tomar proporções inimagináveis no Brasil.
No momento está dependendo mais da sociedade civil, das pessoas e principalmente da mídia, atuando para manter as pessoas informadas da gravidade da situação e trazer informações de como se precaver. Enquanto tudo isso ocorre, o presidente Brasileiro cruza os braços e não toma atitudes que teria de já terem sido tomadas há meses.