Editoral: Grupo Band chama ministro de Bolsonaro de "idiota" e Eduardo Bolsonaro de "irresponsável"

Não há como negar que o governo de Jair Bolsonaro veio no pior momento possível. Em meio á uma pandemia globalizada, o filho do presidente compra briga com a China, e o Chanceler amplia o problema.
A cada dia que passa se torna mais evidente o imenso despreparo do governo de Jair Bolsonaro para encarar qualquer assunto com seriedade, fazendo com que o povo Brasileiro sofra as consequências que serão cada vez mais evidentes.
Agora durante uma das maiores crises mundiais, temos nosso presidente fazendo piadas, se misturando com os idosos, que desinformados fizeram manifestações no meio da crise de disseminação do virus Covid-19, aumentado dramaticamente as chances de contrair o vírus, e o presidente, com uma comitiva que já tem 22 pessoas infectadas confirmadas desde sua vinda dos EUA foi para o meio dos idosos, provavelmente espalhando mais ainda o vírus entre os velhos.

A situação é tão revoltante, que pessoas do Brasil inteiro organizaram panelaços e já são 3 pedidos de impeachment para o presidente que pode ser considerado o pior presidente eleito que o Brasil teve a infelicidade de eleger.

Enquanto alguns ainda argumentam que este seria um péssimo momento para o afastamento do presidente mais despreparado que já existiu na história desse país, se torna ao mesmo tempo claro que sua governança é nula, seus ministros são incompetentes e que a somatória de todas as decisões políticas deste grupo inteiro é um problema ainda maior em frente a crise da pandemia. Provavelmente a remoção da chapa inteira eleita seria a melhor alternativa para que o Brasil tenha alguma chance em combater o vírus e impedir um número enorme de mortos.

Para os poucos fanáticos que ainda apoiam o governo, o fazem por mero desconhecimento dos fatos e ignoram o quanto o Brasil piorou desde que Jair Bolsonaro foi eleito presidente. Assim como as circunstâncias de sua eleição também foi duvidosa graças a participação de Moro na Lavajato, onde havia uma agenda para impedir que Lula, ex-presidente, que tirou milhões de pessoas da miséria durante sua gestão, pudesse concorrer.