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	<title>Comments on: Experiência de Milgram &#8211; obediência à autoridade</title>
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	<description>Pode um blog ser uma revista?</description>
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		<title>By: Ricardo</title>
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		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 09:55:21 +0000</pubDate>
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		<description>Eu já to quse terminando o livro, falta tão pouco! Estou aprendendo muito!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já to quse terminando o livro, falta tão pouco! Estou aprendendo muito!</p>
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		<title>By: Lilian Dreyer</title>
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		<dc:creator>Lilian Dreyer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:08:21 +0000</pubDate>
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		<description>Repete-se uma controvertida experiência. Mas que alimenta uma saudável reflexão. 
Só desafia a autoridade quem tem valores. Não valores abstratos, mas valores advindos da capacidade de sentir, de colocar-se no lugar do outro - seja o outro um ser humano ou não. Afinal, todos os dias milhões de animais são torturados em experimentos, a título de estarmos servindo a uma autoridade superior - a &quot;Ciência&quot;. O princípio ético do &quot;não faça a outros o que não queres que te façam&quot; - este sim, superior - é facilmente relegado até por pessoas que se dizem religiosas. E nossos códigos sociais continuam a alimentar esse incapacidade de ter empatia, de colocar-se na pele de quem sofre as consequências do inividualismo frio e massivo. 
José Lutzenberger propunha que, para começar, parássemos de chamar governantes de &quot;as autoridades&quot;. Não são autoridades, são administradores públicos - a quem se deve respeito, mas não obediência cega. Em seu livro Garimpo ou Gestão ele inclusive compõe uma belíssima reflexão sobre a mentira da &quot;neutralidade ética&quot; (e emocional) da Ciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repete-se uma controvertida experiência. Mas que alimenta uma saudável reflexão.<br />
Só desafia a autoridade quem tem valores. Não valores abstratos, mas valores advindos da capacidade de sentir, de colocar-se no lugar do outro &#8211; seja o outro um ser humano ou não. Afinal, todos os dias milhões de animais são torturados em experimentos, a título de estarmos servindo a uma autoridade superior &#8211; a &#8220;Ciência&#8221;. O princípio ético do &#8220;não faça a outros o que não queres que te façam&#8221; &#8211; este sim, superior &#8211; é facilmente relegado até por pessoas que se dizem religiosas. E nossos códigos sociais continuam a alimentar esse incapacidade de ter empatia, de colocar-se na pele de quem sofre as consequências do inividualismo frio e massivo.<br />
José Lutzenberger propunha que, para começar, parássemos de chamar governantes de &#8220;as autoridades&#8221;. Não são autoridades, são administradores públicos &#8211; a quem se deve respeito, mas não obediência cega. Em seu livro Garimpo ou Gestão ele inclusive compõe uma belíssima reflexão sobre a mentira da &#8220;neutralidade ética&#8221; (e emocional) da Ciência.</p>
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